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Ceará lidera identificação de pessoas desaparecidas no Brasil

6 de janeiro de 2026
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Ceará lidera identificação de pessoas desaparecidas no Brasil

Foto: Pefoce

A Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) registrou o maior número de identificações humanas do país no âmbito de pessoas desaparecidas, em valores absolutos, por meio do banco de perfis genéticos. O resultado consta no levantamento divulgado em novembro, um dos dois relatórios técnicos publicados anualmente pela Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), que reúne 22 laboratórios forenses de 22 estados brasileiros e é vinculada ao Ministério da Justiça, consolidando o Ceará como referência nacional na área.

O desempenho é resultado da atuação do Núcleo de Perícia em DNA Forense (NUPDF), setor ligado à Coordenadoria de Análises Laboratoriais Forenses (Calf) e integrante da RIBPG. A unidade atua na identificação de pessoas por meio do cruzamento genético entre familiares de desaparecidos e restos mortais sem identificação, além de pessoas vivas não identificadas. O trabalho é fortalecido por campanhas contínuas de coleta de material genético, ações de divulgação e pelo aprimoramento constante dos fluxos operacionais.

No período de outubro de 2024 a outubro de 2025, foram registradas 28 identificações a partir do cruzamento genético entre familiares de pessoas desaparecidas e restos mortais não identificados (RMNIs), além de nove correspondências obtidas por meio da comparação entre perfis de RMNIs e de indivíduos condenados.

Impacto social

Perita legista e supervisora do Núcleo, Natália Oliveira destaca a relevância do trabalho desenvolvido e os reflexos sociais do processo de identificação de pessoas desaparecidas. “A identificação de pessoas desaparecidas traz impacto direto para a sociedade ao reduzir a angústia das famílias, garantir o direito à identidade, possibilitar o fechamento de um ciclo, assegurar a dignidade do luto e fortalecer a justiça e a segurança pública, permitindo o encerramento de casos”, destacou.

Os números refletem a solidez do banco de dados, a integração entre os setores envolvidos e a agilidade no processamento e na inserção das informações no sistema nacional. Esses fatores contribuem diretamente para o aumento das correspondências genéticas e das identificações realizadas no Ceará, ampliando a capacidade de resposta às demandas da sociedade.

 
 
 
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