A cientista Tatiana Sampaio afirmou, durante participação no programa Roda Viva, exibido pela TV Cultura, que há a intenção de disponibilizar a polilaminina gratuitamente à população por meio do Sistema Único de Saúde. Segundo ela, a incorporação do medicamento à rede pública dependerá da aprovação da Anvisa.
O tratamento ainda se encontra na fase 1 de estudos clínicos, etapa inicial voltada principalmente à avaliação da segurança e da tolerabilidade em seres humanos. Nessa fase, os pesquisadores analisam possíveis efeitos adversos e parâmetros básicos antes de avançar para estágios que investiguem, de forma mais ampla, a eficácia terapêutica.
Apesar de estar no começo do processo regulatório, a proposta já mobiliza expectativa entre pacientes e familiares que aguardam novas alternativas terapêuticas no país. A polilaminina vem sendo estudada como uma estratégia inovadora dentro do campo da medicina regenerativa, o que amplia o interesse da comunidade científica e da sociedade.
Caso obtenha registro sanitário e seja incorporada às políticas públicas, a oferta gratuita pelo SUS poderá representar um marco na ampliação do acesso a terapias de alta complexidade, reforçando o papel do sistema público na incorporação de inovações tecnológicas em saúde no Brasil.














