O Ceará contabilizou 6.565 casos confirmados de dengue até esta quarta-feira (15). O atual cenário epidemiológico decorre do aumento das notificações em municípios das regiões Norte, Litoral Leste, Vale do Jaguaribe e Cariri. Os dados completos constam no IntegraSUS, plataforma de transparência da Sesa.
Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores no corpo e nas articulações, manchas vermelhas na pele, náuseas e vômitos. Ao surgirem esses sinais, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e início do manejo clínico, quando necessário.
Sesa orienta população sobre medidas de prevenção
Diante do aumento de casos de dengue em municípios cearenses, a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) reforça a importância das medidas de prevenção para eliminar os focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença e de outras arboviroses, como zika e chikungunya. A pasta orienta a população a redobrar os cuidados para evitar a proliferação do vetor e a buscar atendimento médico em caso de sintomas característicos da infecção.
Como a maior parte dos focos do mosquito está localizada em residências, é preciso evitar o acúmulo de água parada para interromper o ciclo de reprodução do Aedes. Vasos de plantas, pneus, garrafas, calhas entupidas, itens caixas d’água destampadas e objetos descartados de forma inadequada podem se transformar em criadouros em poucos dias.
Para intensificar o enfrentamento à dengue, a Sesa desenvolve uma série de ações em parceria com os municípios cearenses. As iniciativas incluem a aplicação de fumacê em cidades com maior incidência da doença, a capacitação de profissionais de saúde para o manejo clínico dos pacientes, além do apoio à execução de planos de contingência.
A Sesa também orienta a população a permitir a entrada, nas residências, de agentes de combate às endemias devidamente identificados. Os profissionais realizam inspeções, repassam informações e, quando necessário, adotam medidas de controle nos imóveis.














