O cheerleading (líder de torcida) vem conquistando jovens brasileiras e se expandindo nos ambientes escolares e universitários como esporte de alto rendimento. A modalidade, que combina ginástica, dança e acrobacias, exige força e preparo físico intenso e vai muito além de animar torcidas. Nos últimos 20 anos, cresceu no Brasil impulsionada por equipes universitárias, como as da UFMG e UERJ, e por clubes privados All Star, focados em competições de stunting e pirâmides humanas.
O esporte conta com times federados, campeonatos nacionais e participação internacional. A Confederação Brasileira de Cheerleading & Dança (CBCD) é a principal entidade reguladora no país, coordenando tanto o sideline, de apoio em jogos, quanto o cheerleading competitivo. Em 2023, a seleção brasileira conquistou medalhas inéditas de prata e bronze no mundial, evidenciando a evolução técnica dos atletas.
Hoje, o cheerleading brasileiro busca rompe e passou a ser reconhecido como modalidade atlética de técnica elevada. Com presença cada vez maior em escolas e universidades, o esporte se firma no cenário nacional e atrai novas gerações de praticantes nesta modalidade.














