Alguém passa de bicicleta, toma o celular da mão da vítima e sai pedalando em alta velocidade até sumir de vista. Aconteceu pelo menos quatro vezes nas últimas semanas, no mesmo quarteirão dos centros de treinamentos de Palmeiras e São Paulo, na capital paulista.
Ao menos dois jornalistas e outros dois funcionários do São Paulo foram vítimas de crimes deste tipo na avenida Marquês de São Vicente, no bairro da Água Branca.
Todos os casos aconteceram na frente do CT do São Paulo. Os jornalistas estavam na rua pois o clube tricolor impede a entrada em dias de treinos fechados, o que virou rotina nos grandes clubes da capital desde a pandemia.
Furtos de carteiras, celulares e outros equipamentos eletrônicos acontecem dez vezes por dia na região, em média. As estatísticas mais recentes, até dezembro, apontam 3.634 casos ao longo de 2022, um aumento de 26% em relação ao ano anterior. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
O QUE ACONTECEU
Uma das vítimas foi Giovanni Chacon, repórter da Jovem Pan. Ele estava de microfone em mãos e pronto para entrar no ar quando alguém passou e arrancou o celular do tripé de filmagens. Aconteceu à luz do dia, ainda no final da tarde.














