quarta-feira, junho 24, 2026
  • Conecte-se
Sinal News
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Sinal News
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Governo e Congresso acionam TSE para ver se é legal reduzir combustível em ano eleitoral

A dúvida foi levantada pela equipe jurídica do Planalto, que teme que este tipo de benefício possa ferir a legislação eleitoral no ano em que o presidente busca sua reeleição

15 de fevereiro de 2022
A A
Governo e Congresso acionam TSE para ver se é legal reduzir combustível em ano eleitoral

Bombas de combustíveis. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

491
SHARES
Compartilhar no WhatsappCompartilha no Facebook

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e a cúpula do Congresso vão apresentar uma consulta formal ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para esclarecer se é possível reduzir o preço do combustível sem ferir a lei eleitoral.

Os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Bruno Bianco (AGU), acompanhados dos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tiveram audiência virtual nesta segunda-feira (14), com ministros do TSE Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

A reunião, que durou cerca de meia hora, foi para comunicar que a AGU apresentará a consulta formal. Os participantes do Legislativo e do Executivo, segundo relatos, enfatizaram a relevância social da medida.

A dúvida foi levantada pela equipe jurídica do Planalto, que teme que este tipo de benefício possa ferir a legislação eleitoral no ano em que o presidente busca sua reeleição.

Integrantes do governo esperam um retorno à consulta o mais rápido o possível. Caso a corte eleitoral decida pela ilegalidade da medida, o debate sobre redução de combustíveis estará inviabilizado. E o ônus de interditar a medida popular ficará com o TSE.

Na audiência desta segunda-feira, o presidente da corte, Luís Roberto Barroso, disse que vai conceder ao tema a tramitação o mais célere possível, dentro dos requisitos processuais.

Nas duas Casas no Congresso, a redução no preço dos combustíveis é a principal pauta do momento. No governo Bolsonaro, também é tratada como prioridade.

Na Câmara, foi protocolada pelo deputado governista Christino Áureo (PP-RJ) uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) com aval do Planalto.

Já no Senado, surgiu uma outra, apelidada de “PEC Kamikaze” pela equipe econômica. Ela contou com o apoio de ministros do governo e do senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Recentemente, Lira passou a defender a aprovação do projeto que congela a cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis antes de o Congresso avançar na discussão da PEC que mexe nos tributos federais.

“A gente deveria focar no texto do PLP 11, que a Câmara votou e está no Senado, para que a gente module o congelamento dos preços do ICMS em um valor que seja justo para a população”, disse Lira à Folha de S.Paulo, no último dia 8. “Depois a gente segue numa discussão mais racional das PECs.” ​

Na mesma linha, o presidente do Senado defendeu que a análise da PEC Kamikaze pode não ser necessária, priorizando os projetos que já estão em tramitação.

“No Senado, o que temos que avaliar é a necessidade de apreciar mais algum ponto que seja de índole constitucional. Se eventualmente nós conseguirmos materializar todas essas iniciativas em proposições infraconstitucionais, não haveria em tese a necessidade da PEC”, afirmou.

Auxiliares do presidente defendem que, com o aval do TSE, o ideal é que se vote junto o projeto do ICMS e a PEC dos Combustíveis.

As propostas de emenda à Constituição dividem parlamentares e integrantes do governo, e por isso estão paradas, por ora. Já o projeto de lei que altera as regras do ICMS para combustíveis, e o que estabelece um fundo para amortizar o preço do combustível estão mais avançados e entraram na pauta de quarta-feira (16) no Senado para serem votados.

O relator de dois projetos na casa, o senador Jean Paul Prates (PT-RN), quer propor a instituição uma alíquota uniforme de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel, mas sua adoção seria opcional aos governadores.

A possibilidade de infringir a lei eleitoral ao conceder benefícios já havia sido levantada por técnicos da área jurídica do Planalto na ocasião do veto ao projeto de lei que pretendia abrir um programa de renegociação de débitos tributários para MEIs (microempreendedores individuais) e empresas do Simples Nacional.

O presidente estava decidido a contrariar a equipe econômica, que apontava risco de violação da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e de dispositivos da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e da Constituição.

Quando técnicos da equipe de Paulo Guedes surgiram com a possibilidade de veto parcial, a área jurídica do Planalto identificou, a horas do prazo final do veto, possível incompatibilidade com a lei eleitoral.

A contragosto, Bolsonaro vetou o dispositivo. Depois, admitiu que não poderia correr o risco de ficar inelegível e defendeu que o Congresso derrubasse o seu próprio veto.

Procurado pela reportagem na época, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) disse que “pode se configurar como vedada a gratuidade do benefício -com ausência de contrapartida pelo beneficiário- e se for descartada a execução prévia em exercício anterior, conforme previsto no artigo 73, parágrafo 10, da Lei das Eleições”.

“Porém, cabe ressaltar que essas questões são analisadas individualmente pela Justiça Eleitoral”, disse o tribunal.

De acordo com Anna Paula Oliveira, advogada e membro da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), a concessão de um benefício em ano eleitoral é caso clássico de conduta vedada, mas a proposta de redução do preço dos combustíveis, via PEC, é o que torna o caso específico complexo.

“Como a vedação [à concessão de benefício] é trazida pela Lei das Eleições e a Constituição é superior a uma lei, o desenho da PEC torna tudo mais diferente e complexo”, disse. “Mas, na minha visão, ainda há conflito de constitucionalidade, porque a Constituição resguarda o princípio da isonomia”.

 
 
 
Fonte: Folhapress
Etiquetas: ano eleitoralcombustívelCongresso Nacionalgoverno federalpreçotse
SendShare196
Anterior

Mais de 37 milhões consultaram site do Banco Central de Valores a Receber

Próximo

Média de mortes por Covid completa uma semana acima de 800 no Brasil

RelacionadoPostagens

Bismarck Maia é o convidado do Passando Geral desta sexta-feira (26)
Política

Bismarck Maia é o convidado do Passando Geral desta sexta-feira (26)

23 de junho de 2026
0

Bismarck Maia, ex-prefeito de Aracati e ex-deputado, é o entrevistado desta sexta-feira (26) no Programa Passando Geral, da Sinal, com...

Veja maisDetails
Eduardo Bismarck é destaque entre os parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, aponta DIAP

Eduardo Bismarck é destaque entre os parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, aponta DIAP

23 de junho de 2026
Lula mantém vantagem com 41% no 1º turno contra 31% de Flávio, aponta Datafolha

Lula mantém vantagem com 41% no 1º turno contra 31% de Flávio, aponta Datafolha

20 de junho de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Destaques
  • Recente
Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

23 de fevereiro de 2026
Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

1 de março de 2026
Prefeitura do Aracati realiza Seleção Pública Simplificada para área da Educação

Confira os cargos previstos para o Concurso Público de Aracati 2026

16 de dezembro de 2025
Show do Guns N’ Roses movimenta o sábado em Fortaleza com público de 50 mil pessoas

Show do Guns N’ Roses movimenta o sábado em Fortaleza com público de 50 mil pessoas

19 de abril de 2026
Governador do Ceará assina projeto de lei que garante piso salarial da enfermagem

Ceará é o 5º do País em transparência contábil e fiscal

24 de junho de 2026
Anvisa aprova novo medicamento oral para câncer de mama

Anvisa aprova novo medicamento oral para câncer de mama

24 de junho de 2026
Casal morre após acidente na CE-187, em Tauá; deputado Eduardo Bismarck presta solidariedade

Casal morre após acidente na CE-187, em Tauá; deputado Eduardo Bismarck presta solidariedade

24 de junho de 2026
Pagamentos do Bolsa Família de setembro começam nesta segunda-feira (22)

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

24 de junho de 2026

Categorias

  • Celebridades
  • Cidades
  • Colunismo Social
  • Cultura
  • De Última Hora
  • Diversão
  • Economia
  • Editorial
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Meio Ambiente
  • Moda
  • Moda & Beleza
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Principal1
  • Principal2
  • Principal3
  • Principal4
  • Principal5
  • Publicidade e Marketing Digital
  • Publieditorial
  • S.Vip
  • Saúde
  • Sem categoria
  • Turismo

Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta abaixo.

Esqueceu sua senha?

Recupere sua senha

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas

FUNDAÇÃO SINAL DE COMUNICAÇÃO - 2020