Com a propriedade de reduzir em 60% a necessidade de internação em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o capacete de respiração assistida Elmo receberá adaptações.
Há cerca de seis meses, está em desenvolvimento o projeto 2.0 do dispositivo. A força-tarefa conta com pesquisadores, especialistas e técnicos de instituições dos setores público e privado.
O grupo busca otimizar o monitoramento dos pacientes, a partir da incorporação de sensores e alertas ao produto. Na última quarta-feira (06), mais um teste de usabilidade do novo acessório foi realizado no Laboratório Elmo da Escola de Saúde Pública do Ceará Paulo Marcelo Martins Rodrigues (ESP/CE), vinculada à Secretaria da Saúde do Estado (Sesa).
A atividade foi coordenada pelo professor do curso de Ciências da Computação da Universidade de Fortaleza (Unifor) e coordenador do projeto Elmo 2.0, Daniel Chagas. Na ocasião, os participantes tiveram que avaliar e registrar em formulário os aprimoramentos indicados para o protótipo.
O projeto 2.0 tem data de conclusão prevista para o segundo semestre de 2021.
Fruto de pesquisa e inovação no Ceará, o Elmo é um capacete de respiração assistida criado, inicialmente, para tratar pacientes com quadro leve ou moderado de Covid-19.
O projeto é uma iniciativa conjunta entre a Universidade de Fortaleza (Unifor), Universidade Federal do Ceará (UFC), Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/Ceará), e Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP) e da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap).













