sexta-feira, agosto 21, 2026
  • Conecte-se
Sinal News
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Sinal News
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

PT espera que STF derrube emendas de relator, e Congresso corre para liberar verba

O petista lidera as pesquisas de intenção de voto

26 de setembro de 2022
A A
PT espera que STF derrube emendas de relator, e Congresso corre para liberar verba

Foto: Gabriela Biló/Folhapress

492
SHARES
Compartilhar no WhatsappCompartilha no Facebook

A cúpula do PT espera que o STF (Supremo Tribunal Federal) impeça, após o período eleitoral, o uso das emendas de relator –recursos que são distribuídos por critérios políticos e que permitem aos congressistas mais influentes bancarem projetos e obras em seus redutos eleitorais.

A expectativa de que o Supremo possa colocar um fim nessas emendas também ronda a cúpula do Congresso e membros do alto escalão do governo, que colocam em dúvida a continuidade desse mecanismo principalmente em caso de vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O petista lidera as pesquisas de intenção de voto.

As emendas de relator somam R$ 16,5 bilhões no Orçamento deste ano e são hoje a principal ferramenta para garantir apoio político para o presidente Jair Bolsonaro (PL) no Legislativo e para fortalecer os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Os chefes das duas casas legislativas têm poder sobre a liberação dessa verba, uma vez que a distribuição dessas emendas depende de acordos costurados entre eles.

Lula afirma que quer acabar com esse mecanismo e reestabelecer o controle do Executivo sobre essa parcela do Orçamento, que supera o valor disponível para alguns ministérios.

Sem um cenário claro para as emendas após a eleição, aliados de Lira e do ministro Ciro Nogueira (Casa Civil) querem acelerar o processo burocrático para liberação do dinheiro neste ano.

Eles, no entanto, esbarram em limitações financeiras impostas pelo governo, que se viu obrigado a congelar essa verba por falta de espaço no Orçamento. A pressão para que o Ministério da Economia encontre uma saída para desbloquear as emendas tende a se elevar no início de outubro.

Aliados de Lira, que é próximo de Bolsonaro, reconhecem que, sem as emendas, o presidente da Câmara fica enfraquecido para a campanha à reeleição para o comando da Casa.

Já integrantes do PT veem eventual decisão do STF contra as emendas de relator como uma saída para que Lula, em caso de vitória, consiga retomar o controle sobre o Orçamento e tente emplacar um presidente da Câmara aliado.

As ações no STF que pedem o fim das emendas de relator são relatadas pela presidente do tribunal, ministra Rosa Weber. Em 2021, ela determinou a suspensão do uso dessa verba.

Rosa recuou da decisão um mês depois, após o Congresso apresentar uma série de medidas para dar transparência às emendas. Porém, as ações não foram suficientes, segundo adversários de Bolsonaro.

Agora, Rosa sinalizou que deve levar o caso à análise do Supremo logo após as eleições.

Petistas citam pareceres do TCU (Tribunal de Contas da União) para respaldar eventual decisão do Supremo contra as emendas de relator. A avaliação do órgão de controle é que o modelo adotado para distribuí-las tem aumentado o risco para o planejamento das ações de governo.

“Há dois pareceres aprovados por unanimidade que o definem como prática frontalmente inconstitucional. Acho que é um fato relevante [os pareceres] e que pode amparar a decisão do Supremo. Temos que aguardar, mas é um fato relevante”, disse o presidente da Fundação Perseu Abramo, Aloizio Mercadante (PT), coordenador do programa de governo de Lula.

Ex-governador do Piauí, Wellington Dias, que faz parte da coordenação da campanha petista, afirma que, além da falta de transparência sobre o destino dessas emendas, o mecanismo “é ilegal e quebra princípios da democracia; gerou desequilíbrio numa eleição como [a de] agora”.

Neste ano, parlamentares governistas e próximos à cúpula do Legislativo têm usado uma brecha nas regras para destinar emendas às suas bases eleitorais sem revelar o padrinho político do recurso. Para isso, elas são registradas por um usuário externo, que pode ser qualquer pessoa.

Até o momento, R$ 12,1 bilhões em emendas de relator já foram negociados com os líderes do Congresso e com Hugo Leal (PSD-RJ), deputado que é relator do Orçamento deste ano. Desse total, quase um terço –R$ 3,8 bilhões– foi prometido para os chamados usuários externos.

A possibilidade de uma pessoa de fora do Congresso ser autora de uma emenda não existia e foi incluída após Rosa Weber ter determinado o compartilhamento de informações referente à indicação desse tipo de recurso.

Como resposta a Rosa, o Congresso criou um sistema com a justificativa de dar mais transparência na divisão do dinheiro em 2022, abrindo a brecha para que pessoas de fora da Câmara e do Senado fizessem solicitações.

O argumento usado para justificar a nova regra era a necessidade de ampliar as pessoas que podem fazer sugestões para o emprego da verba bilionária. Críticos à ideia temiam que nomes de usuários externos fossem usados como laranjas dos parlamentares nas negociações.

Hoje existem quatro tipos de emendas: as individuais (a que todos os deputados e senadores têm direito), as de bancada (em que parlamentares de cada estado definem prioridades para a região), as de comissão (definida por integrantes dos colegiados do Congresso) e as de relator.

Aliados do governo são ampla maioria entre os beneficiados pelas emendas de relator.

Em troca do mecanismo de distribuição das emendas, o PT afirma que irá propor um modelo de formulação do orçamento com participação popular direta, com a criação de plataformas para sugestões da sociedade civil e a retomada de conferências e assembleias que discutiriam prioridades para algumas áreas, como assistência social e educação.

No entanto, os governos petistas também usaram emendas parlamentares como forma de acalmar a base no Congresso em momentos de atrito.

Além disso, pleitos de deputados e senadores também eram atendidos em negociação direta com ministros, que passavam a destinar recursos para as bases eleitorais de parlamentares aliados.

 
 
 
Fonte: FolhaPress/THIAGO RESENDE, JULIA CHAIB E RANIER BRAGON
SendShare197
Anterior

Confira a agenda dos candidatos à Presidência para esta segunda (26/9)

Próximo

Direita vence na Itália e abre caminho para Giorgia Meloni, indicam resultados parciais

RelacionadoPostagens

Lula liga para Trump e diz que alegações para tarifaço são infundadas
Política

Lula liga para Trump e diz que alegações para tarifaço são infundadas

21 de agosto de 2026
0

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou, na manhã desta sexta-feira (21), para o presidente dos Estados Unidos, Donald...

Veja maisDetails
Elmano inaugura comitê e Ciro faz campanha na Praia de Iracema

Elmano inaugura comitê e Ciro faz campanha na Praia de Iracema

20 de agosto de 2026
Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus

Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus

20 de agosto de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Destaques
  • Recente
CadÚnico, Bolsa Família e BPC: novas regras adiam visitas domiciliares para famílias unipessoais

CadÚnico, Bolsa Família e BPC: novas regras adiam visitas domiciliares para famílias unipessoais

27 de julho de 2026
Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

23 de fevereiro de 2026
Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

1 de março de 2026
Prefeitura do Aracati realiza Seleção Pública Simplificada para área da Educação

Confira os cargos previstos para o Concurso Público de Aracati 2026

16 de dezembro de 2025
Lula liga para Trump e diz que alegações para tarifaço são infundadas

Lula liga para Trump e diz que alegações para tarifaço são infundadas

21 de agosto de 2026
Torcedores de Corinthians e Rosario Central são levados ao Jecrim após confusão na Arena

Torcedores de Corinthians e Rosario Central são levados ao Jecrim após confusão na Arena

21 de agosto de 2026
Rotas da Inovação destaca metodologia que transforma problemas reais das empresas em soluções na sala de aula

Rotas da Inovação destaca metodologia que transforma problemas reais das empresas em soluções na sala de aula

21 de agosto de 2026
Terremoto de magnitude 7,2 atinge o Peru e deixa feridos e danos em imóveis

Terremoto de magnitude 7,2 atinge o Peru e deixa feridos e danos em imóveis

21 de agosto de 2026

Categorias

  • Celebridades
  • Cidades
  • Colunismo Social
  • Cultura
  • De Última Hora
  • Diversão
  • Economia
  • Editorial
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Meio Ambiente
  • Moda
  • Moda & Beleza
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Principal1
  • Principal2
  • Principal3
  • Principal4
  • Principal5
  • Publicidade e Marketing Digital
  • Publieditorial
  • S.Vip
  • Saúde
  • Sem categoria
  • Turismo

Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta abaixo.

Esqueceu sua senha?

Recupere sua senha

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas

FUNDAÇÃO SINAL DE COMUNICAÇÃO - 2020