quarta-feira, maio 13, 2026
  • Conecte-se
Sinal News
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Sinal News
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Real tem pior semana desde junho de 2020 e dólar vai a R$ 5,74

Com a alta de 1,23% nesta sexta, a moeda terminou a semana com alta acumulada de 4,65% nesta semana, contra 5,39% há nove meses

26 de março de 2021
A A
Bolsa sobe 24% em novembro e fica entre as dez melhores do mundo

(Foto: Kevin David/A7 Press/Folhapress)

491
SHARES
Compartilhar no WhatsappCompartilha no Facebook

O real termina a sexta-feira (26) com a maior desvalorização semanal ante o dólar desde a semana iniciada em 15 de junho de 2020. O dólar fechou a R$ 5,74, maior valor desde 9 de março, quando estava a R$ 5,79. O turismo está a R$ 5,90. Com a alta de 1,23% nesta sexta, a moeda terminou a semana com alta acumulada de 4,65% nesta semana, contra 5,39% há nove meses.

Segundo analistas, o aumento reflete principalmente a piora na pandemia de Covid-19 no Brasil e na Europa e a consequente deterioração das expectativas para a economia brasileira e para as contas públicas.

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou na quinta (25) que governo e parlamentares devem trabalhar juntos em maneiras de aumentar a transferência de recursos aos mais pobres, quando questionado sobre o valor do auxílio emergencial. Ele defendeu, no entanto, que a elevação dos recursos seja acompanhada de contrapartidas nas contas públicas.

Nesta semana, governadores e congressistas pressionaram o governo por quantias mais elevadas na nova rodada do auxílio. Com o aumento do risco fiscal, o real foi a segunda que mais se depreciou no período dentre todas as divisas globais, atrás apenas da lira turca, que perdeu 10,85% do seu valor ante o dólar.

A moeda da Turquia sofreu forte depreciação depois que o presidente do país, Recep Tayyip Erdogan, substituiu, no sábado (20), o presidente do banco central local por um crítico da alta de juros. Foi a terceira vez desde 2019 que Erdogan -que pediu por taxas baixas diversas vezes- trocou o presidente do banco central turco.

O presidente demitido, Naci Agbal, nomeado há menos de cinco meses, havia conquistado elogios do mercado por aumentar agressivamente a taxa básica de juros local em mais de 875 pontos, para 19%, a mais alta entre as grandes economias.

A depreciação da lira desestabilizou demais moedas emergentes, como o real. Aos olhos dos grandes investidores estrangeiros, o real e a lira turca estão em uma mesma categoria.

A Argentina também impactou a moeda brasileira. Nesta semana, a vice-presidente argentina, Cristina Kirchner, disse que o país não tem dinheiro para pagar a dívida de US$ 44 bilhões que tem com o FMI (Fundo Monetário Internacional). A declaração elevou o risco da América Latina aos olhos dos investidores.

No front doméstico, a aprovação do projeto de Orçamento de 2021 na quinta (25) tampouco agradou o mercado. Para destravar a votação, interlocutores do governo e o relator negociaram a ampliação da verba para obras e projetos a serem executados nas bases eleitorais de congressistas.

Assim, o Congresso ampliou de aproximadamente R$ 20 bilhões para quase R$ 49 bilhões a fatia do Orçamento aplicada com base em critérios de parlamentares. Trata-se de um volume de um recorde caso seja efetivamente aplicado.

Segundo críticos, o Orçamento de 2021 seria ficção, pois estaria subestimando ou adiando despesas obrigatórias, como aposentadorias e abono salarial, para acomodar gastos com emendas parlamentares. Também veem na proposta risco de fuga das restrições do teto de gastos, o que acende um sinal de alerta no mercado.

“O Congresso aprovou um Orçamento irreal para 2021”, disse a XP em nota, avaliando ainda que uma manobra fiscal relacionada ao abono salarial de 2022, a emendas parlamentares e o programa BEm aumentou a percepção de risco nos mercados.

Há também aumento do ruído político, com o Congresso mostrando mais descontentamento com a gestão da pandemia pelo Executivo. Relatórios de instituições financeiras voltaram a lembrar nos últimos dias que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é o único que pode aceitar abertura de processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Estamos em um nível de incerteza quanto a Brasil muito grande e, com a terceira onda [de Covid-19] na Europa, a expectativa de crescimento global é cada vez mais incerta. Números ainda são confusos e investidor segue apreensivo com América do Sul”, diz Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora.

Segundo ele, investidores estrangeiros têm uma visão turva da economia brasileira, o que faz com que dólares deixem o país.

O Credit Suisse rebaixou nesta sexta a estimativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2021 de 3,7% para 3,2%. Para 2022, o prognóstico foi reduzido de 2,9% para 2,4%. Ao mesmo tempo, o banco privado passou a esperar mais inflação e Selic de 6,5% ao fim deste ano.

A extensão da fase emergencial em São Paulo também contribuiu para o viés negativo nesta sexta. Além do aumento da percepção de risco em relação ao Brasil, o dólar ganhou força internacionalmente. Em março, o dólar sobe 2,46%, elevando os ganhos em 2021 para 10,58%.

Pressionada pelo avanço do coronavírus -e novas restrições na Europa-, a Bolsa brasileira caiu 1,24% na semana.

Nesta sexta, o Ibovespa, porém, subiu 0,91%, a 114.780,62 pontos. Em março, há alta de 4,31%. No ano, a queda é de 3,56%. No pregão desta sexta, as ações do GPA (Grupo Pão de Açúcar) tiveram a maior alta do índice, subindo 11,46%, na esteira da cisão do Assaí e da possibilidade de uma oferta de ações da Cnova, braço de comércio eletrônico do controlador francês Casino. Em março, a ação sobe 89%.

As preocupações com o quadro fiscal, combinadas com números elevados de inflação, fizeram a curva de juros futuros aumentar a inclinação nesta semana, o que afeta o custo de capital das empresas.

Juros futuros são taxas de juros esperadas pelo mercado nos próximos meses e anos. São a principal referência para o custo de empréstimos que são liberados atualmente, mas cuja quitação ocorrerá no futuro.

Em um sinal de aversão a risco do mercado e de alta da Selic no curto prazo, os juros futuros têm ficado mais altos. O juro para janeiro de 2028 foi de 8,235% na sexta passada (19) para 8,89% nesta sexta. A taxa para julho de 2023 foi de 6,74% para 7,145%.

Tal movimento ocorreu mesmo após o Banco Central elevar na semana passada a Selic para 2,75% ao ano, acima do esperado no mercado, e adotar um discurso mais favorável a aumento de juros a fim de controlar a inflação.

Declarações do presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, na quinta, que agentes no mercado entenderam como sinal de que o BC buscará o controle da inflação, mas sem necessariamente acelerar o ritmo de aperto nas próximas reuniões ou que subirá a Selic a ponto de deixar de estimular a economia, trouxeram algum alívio.

Ele também disse ser equivocada a visão de que intervenções no câmbio feitas pela autoridade monetária em dias em que o real está apreciando estariam ligadas ao cenário inflacionário e reforçou que o câmbio é flutuante.

De acordo com analistas, o BC se comunicou mal sobre o dólar, passando a sensação de que vai deixar o câmbio depreciar.

Nessa linha, circularam nesta sexta nas mesas de operação rumores de que a equipe econômica teria debatido a relação custo/benefício de intervenções mais agressivas no câmbio e que, no fim, teria convencido a diretoria do BC a se afastar de maior ativismo.

A impressão gerada no mercado pela recente postura do BC é oposta à percebida apenas duas semanas atrás, quando a autarquia chegou a fazer oferta de moeda à vista mesmo com o dólar em queda, surpreendendo o mercado.

“O Brasil, com dívida próxima a 93% do PIB, tem juros reais negativo de 2,5%. Já o México, com o fiscal bem melhor, não tem esses juros negativos. Isso demonstra o quanto estamos errados”, disse Alfredo Menezes, sócio-gestor na Armor Capital.

 
 
 
Fonte: Folhapress
Etiquetas: altacotaçãodólareconomiajunhomoedapior semanareal
SendShare196
Anterior

União Química e fundo russo entram com pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V

Próximo

Mega-Sena pagará hoje prêmio de R$ 27 milhões

RelacionadoPostagens

Aracati lança programa “OlimpicaMentes” que une tecnologia, raciocínio lógico e o universo dos E-games
Educação

Aracati lança programa “OlimpicaMentes” que une tecnologia, raciocínio lógico e o universo dos E-games

13 de maio de 2026
0

Na última terça-feira (12), a Prefeitura de Aracati, por meio da Secretaria de Educação, lançou o "OlimpicaMentes", programa de aprendizagem...

Veja maisDetails
Em Nova Iorque, governador Elmano de Freitas participa de reunião com representantes do TikTok

Em Nova Iorque, governador Elmano de Freitas participa de reunião com representantes do TikTok

13 de maio de 2026
Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 8 milhões

Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 60 milhões

13 de maio de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Destaques
  • Recente
Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

23 de fevereiro de 2026
Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

1 de março de 2026
Prefeitura do Aracati realiza Seleção Pública Simplificada para área da Educação

Confira os cargos previstos para o Concurso Público de Aracati 2026

16 de dezembro de 2025
Show do Guns N’ Roses movimenta o sábado em Fortaleza com público de 50 mil pessoas

Show do Guns N’ Roses movimenta o sábado em Fortaleza com público de 50 mil pessoas

19 de abril de 2026
Maracaty Nação Bons Ventos realiza cortejo e exposição cultural em Aracati

Maracaty Nação Bons Ventos realiza cortejo e exposição cultural em Aracati

13 de maio de 2026
Grupo Lua Cheia promove diálogos sobre a obra “Aracati: 1862, Cólera-morbo”

Grupo Lua Cheia promove diálogos sobre a obra “Aracati: 1862, Cólera-morbo”

13 de maio de 2026
Aracati lança programa “OlimpicaMentes” que une tecnologia, raciocínio lógico e o universo dos E-games

Aracati lança programa “OlimpicaMentes” que une tecnologia, raciocínio lógico e o universo dos E-games

13 de maio de 2026
Pesquisa aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários para a Presidência

Lula tem 42%, e Flávio Bolsonaro, 41% em disputa de 2º turno, aponta Genial/Quaest

13 de maio de 2026

Categorias

  • Celebridades
  • Cidades
  • Colunismo Social
  • Cultura
  • De Última Hora
  • Diversão
  • Economia
  • Editorial
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Meio Ambiente
  • Moda
  • Moda & Beleza
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Principal1
  • Principal2
  • Principal3
  • Principal4
  • Principal5
  • Publicidade e Marketing Digital
  • Publieditorial
  • S.Vip
  • Saúde
  • Sem categoria
  • Turismo

Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta abaixo.

Esqueceu sua senha?

Recupere sua senha

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas

FUNDAÇÃO SINAL DE COMUNICAÇÃO - 2020