
Depois de uma segunda temporada que eu particularmente considerei muito fria, e que realmente dividiu os fãs, House Of The Dragon chegou para o seu terceiro capítulo chutando o “pau da barraca” e entregando um primeiro episódio muito bom, porém com furos no roteiro que eu preciso trazer à tona.
A estreia da terceira temporada mostra que a guerra entre a família Targaryen entrou em uma nova fase. Enquanto Rhaenyra transforma seus planos em ação, os Verdes têm momentos de tensões e divisões internas. Ao mesmo tempo em que tudo isso acontece, novos aliados chegam à guerra, e a Batalha da Goela coloca no conflito alguns personagens importantes dos dois lados frente a frente.
Paralelo a isso, Rhaena, após passar boa parte da série sem um dragão, até que a desacreditada encontra um dos dragões selvagens de Westeros, o Rouba-Ovelhas. Mas esse encontro não foi nada tranquilo. Ela teve dificuldades de controlá-lo e o primeiro voo foi um desastre. Acredito que tenha ficado claro que: montar em um dragão não é a mesma coisa que controlar.
Não entra na minha cabeça o fato de a rainha Rhaenyra ter sido presa no quarto pelo próprio filho. Isso só mostra o quanto ela não é respeitada como rainha. Ela bate na porta e a guarda não abre. Como assim? Em outros tempos, cabeças rolavam por muito pouco.
O grande mousse da estreia acontece nos minutos finais. A frota da Tríarquia entra em confronto com os navios de Corlys Velaryon, dando início à Batalha da Goela. Enquanto Corlys usa o mar, Jacaerys e Baela participam do combate montados nos dragões.
A partir daí, Rhaena vai com Rouba-Ovelhas e transforma verdadeiramente a Batalha da Goela em um banho de sangue.
Ela só tinha uma missão: manter os irmãos e Joffrey a salvo. E agora, com raiva ou não, essa cena representa uma mudança significativa na personagem. Agora ela ocupa uma posição de destaque. Afinal, em uma guerra, quem monta dragões é respeitado.







