quinta-feira, agosto 13, 2026
  • Conecte-se
Sinal News
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Sinal News
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Entenda por que fazer vacina contra Covid para crianças pequenas é mais demorado

Aqui no Brasil, as duas vacinas já aprovadas para o público infantil devem concluir as pesquisas em crianças com menos de cinco anos de idade até o final do primeiro semestre

28 de janeiro de 2022
A A
Em um ano de vacinação, quase 70% dos brasileiros já tomaram 2 doses

Foto: Agência Brasil

491
SHARES
Compartilhar no WhatsappCompartilha no Facebook

Com a chegada da variante ômicron, a onda de infecções começa agora também a se refletir em novas hospitalizações e óbitos, e isso em todas as faixas etárias.

No Brasil, já há duas vacinas aprovadas para o público mais jovem, a da Pfizer, para crianças a partir de 5 anos, e a Coronavac, para menores a partir de 6. As pesquisas para imunizantes para a faixa etária de 0 a 4 anos, contudo, estão em andamento.

Até o momento, sete farmacêuticas têm ensaios clínicos em curso registrados na plataforma Clinicaltrials.gov envolvendo bebês e crianças de seis meses ou mais.

Aqui no Brasil, as duas vacinas já aprovadas para o público infantil devem concluir as pesquisas em crianças com menos de cinco anos de idade até o final do primeiro semestre.

Nos Estados Unidos e Canadá, a Moderna espera concluir em março os estudos em crianças de 2 a 5 anos e solicitar em abril autorização para uso nessa faixa etária.

“Para a faixa abaixo de dois anos, a expectativa é em 2023”, diz Renato Kfouri, pediatra e diretor da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Cristina Bonorino, imunologista e professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, afirma que “estudos em crianças são, sim, mais complicados”.

“É preciso ter profissionais altamente especializados para ajudar nesse recrutamento dos bebês, ir atrás das mães, fazer o acompanhamento, mas como estamos em meio a uma pandemia é natural que haja um esforço coletivo para avançar esses testes”, explica Bonorino.

Enquanto a vacina não vem, Bonorino lembra que os bebês de até seis meses de idade possuem uma proteção já confirmada por estudos científicos: a do leite materno.

“As mães, principalmente as vacinadas, passam os anticorpos tanto pela placenta, na gestação, quanto pelo leite materno, então não podemos nos esquecer da importante proteção conferida pelas mamães aos bebês”, diz. “Mas acho que pelo menos uma ou duas vacinas para essa faixa etária têm grande chance de sair ainda neste ano.”

Dados oficiais do último boletim epidemiológico divulgado pela pasta da Saúde mostram que, de 1º a 26 de janeiro, foram registrados 225 novos casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) por Covid em crianças de 0 a 5 anos, dos quais 111 (49,3%) foram em bebês com menos de um ano de idade.

Além disso, os óbitos por SRAG, incluindo aqueles associados à Covid, em crianças de até quatro anos são quase quatro vezes maiores do que naquelas com 5 a 11 anos, conforme mostrou levantamento da organização Vital Strategies publicado na Folha de S.Paulo.

Para Kfouri, o risco de hospitalização e morte das crianças menores de dois anos e daquelas com 11 ou mais é cerca de 2,5 vezes maior do que na faixa etária de 2 a 11 anos.

“O estado da arte atual é esse, voltar as pesquisas para as faixas etárias mais jovens, que, junto com os adolescentes, têm o maior risco de adoecimento grave. Os adolescentes já foram contemplados com a vacinação, mas os mais novinhos ainda não”, afirma.

Os estudos das vacinas nessa faixa etária podem ter ritmos diferentes de desenvolvimento, desde o início dos ensaios clínicos até serem licenciadas pelas agências regulatórias. Algumas etapas seguem da mesma forma que os testes em adultos, mas existem particularidades dessa faixa etária mais jovem em comparação com os mais velhos.

Primeiro, os testes de fase 1 e 2 devem avaliar a segurança e se as vacinas induzem resposta imune. No caso da eficácia, normalmente avaliada na fase três de estudos clínicos, a inferência pode ser feita com base em dados das vacinas já autorizadas para a faixa etária superior.

“Seria preciso envolver muitas crianças pequenas em um estudo de fase três para ter, por exemplo, dez mortes no grupo placebo e nenhuma no grupo vacinado. Então consideramos se há ou não a geração de resposta imune”, afirma Kfouri.

Alguns estudos fazem, ainda, o chamado escalonamento de dose, isto é, testam diferentes posologias para observar qual possui a melhor resposta protetora.

É o que está fazendo a Pfizer em sua pesquisa para crianças abaixo de cinco anos, com duas injeções contendo um décimo (3µg) da dose utilizada nos adultos, ou um terço da dose infantil para 5 a 11 anos, mas os resultados preliminares indicaram que essa posologia não gerou resposta imune suficiente.

Agora, a companhia estuda uma combinação de duas doses de 3µg com uma terceira também de 3µg –o que constituiria um regime vacinal de três doses nos bebês– ou então uma combinação de duas doses de 3µg mais uma de 10µg (equivalente à dose das crianças de 5 a 11). Para essa fase combinada de estudos, serão testadas cerca de 4.500 crianças de 6 meses a 12 anos.

Em nota divulgada em seu site, a Pfizer disse que, se os resultados da fase três nessa faixa etária forem bem-sucedidos, deverá entrar com o pedido de autorização ao FDA (agência que regulamenta medicamentos nos EUA) até o final do primeiro semestre.

“Os estudos são dinâmicos, existe uma flexibilidade caso um resultado não seja o esperado, as companhias testam uma dosagem um pouquinho maior”, diz Bonorino.

Outra forma de avaliar as vacinas para os pequenos é observar qual o correlato de proteção nos mais velhos e buscar uma proteção semelhante nos menores. É o chamado “immunobridging” (ou “ponte imunológica”, em inglês), afirma Kfouri.

“Esses estudos também são chamados de não inferioridade, o que significa que, se você observa uma determinada resposta protetora em uma faixa etária acima, nas faixas etárias mais jovens é preciso encontrar um valor semelhante para poder inferir proteção, não pode ser menor”, diz.

Em alguns casos, ainda, pode-se avaliar os dados de vida real, também chamados de efetividade ou fase quatro. Dados da utilização da Coronavac no Chile na faixa etária de 3 a 17 anos foram apresentados pelo Instituto Butantan à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a autorização do uso da vacina em menores de 18 anos.

A agência brasileira, no entanto, vetou o uso na faixa de 3 a 5 anos devido ao número ainda baixo de vacinados nesse grupo para ter um rigor científico na análise de eficácia.

Além dos dados chilenos, a Coronavac já foi aplicada em mais de 94 milhões de crianças de até três anos de idade na China, e a incidência de efeitos colaterais graves segue baixa, com mais de 97% dos efeitos sentidos pós-vacina sendo considerados leves, como dor no local da injeção.

Atualmente, a Sinovac está conduzindo estudos de fase três com 14 mil crianças de 6 meses a 17 anos na África do Sul, Chile, Filipinas, Malásia e Turquia. Resultados preliminares dos testes com 4.000 crianças na África do Sul indicaram que o imunizante é seguro nessa faixa etária, mas os dados completos do estudo ainda não foram divulgados.

“Estamos aguardando os estudos de fase três da Coronavac em outros países para ter a ampliação da faixa etária aqui no país”, afirma Kfouri.

 
 
 
Fonte: Folhapress
Etiquetas: Covidcriançasdemoradoentendafazerpequenas
SendShare196
Anterior

O que os pais precisam saber para a volta às aulas em meio à onda de ômicron

Próximo

‘Capitã cloroquina’ coloca no Lattes presença em atos de raiz golpista de Bolsonaro

RelacionadoPostagens

Enfermagem da Unijaguaribe lança e-book com experiências de estudantes na gestão em saúde
Saúde

Enfermagem da Unijaguaribe lança e-book com experiências de estudantes na gestão em saúde

12 de agosto de 2026
0

O curso de Enfermagem da Unijaguaribe lançou, no último dia 29 de julho, o e-book “Gestão em Saúde: Vivências e...

Veja maisDetails
Sarampo: entenda sintomas, riscos e quando se vacinar

Sarampo: entenda sintomas, riscos e quando se vacinar

12 de agosto de 2026
Aracati realiza mutirão de cirurgias de catarata em agosto

Aracati realiza mutirão de cirurgias de catarata em agosto

10 de agosto de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Destaques
  • Recente
CadÚnico, Bolsa Família e BPC: novas regras adiam visitas domiciliares para famílias unipessoais

CadÚnico, Bolsa Família e BPC: novas regras adiam visitas domiciliares para famílias unipessoais

27 de julho de 2026
Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

Calixcoca: vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína está prestes a iniciar testes em humanos

23 de fevereiro de 2026
Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

1 de março de 2026
Prefeitura do Aracati realiza Seleção Pública Simplificada para área da Educação

Confira os cargos previstos para o Concurso Público de Aracati 2026

16 de dezembro de 2025
Aracati terá dois representantes na Copa Brasil de Vela de Praia 2026

Aracati terá dois representantes na Copa Brasil de Vela de Praia 2026

12 de agosto de 2026
FNE Mulheres Empreendedoras oferece financiamento de médio e longo prazo para negócios sob gestão feminina

FNE Mulheres Empreendedoras oferece financiamento de médio e longo prazo para negócios sob gestão feminina

12 de agosto de 2026
Pesquisa com pele de tilápias vira fábrica de curativos de R$ 52 milhões no Ceará

Pesquisa com pele de tilápias vira fábrica de curativos de R$ 52 milhões no Ceará

12 de agosto de 2026
IFCE: Laboratórios maker transformam ideias em inovação e aproximam ensino da comunidade

IFCE: Laboratórios maker transformam ideias em inovação e aproximam ensino da comunidade

12 de agosto de 2026

Categorias

  • Celebridades
  • Cidades
  • Colunismo Social
  • Cultura
  • De Última Hora
  • Diversão
  • Economia
  • Editorial
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Meio Ambiente
  • Moda
  • Moda & Beleza
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Principal1
  • Principal2
  • Principal3
  • Principal4
  • Principal5
  • Publicidade e Marketing Digital
  • Publieditorial
  • S.Vip
  • Saúde
  • Sem categoria
  • Turismo

Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta abaixo.

Esqueceu sua senha?

Recupere sua senha

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Saúde
  • Esportes
  • Turismo
  • Cultura
  • Celebridades
  • A Sinal
    • TV Sinal
    • Quem Somos
  • Colunistas

FUNDAÇÃO SINAL DE COMUNICAÇÃO - 2020